Edizione diplomatico-interpretativa

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I I
 
  Agora me foy mha madre melhor
  ca me nu(n)ca foy des q(ua)ndo naçi
  nostro seno(r) lho gradesca por mi
  e ora e mha madre e mha seno(r)
  came mandou q(ue) falasse migo
  quantel q(ui)sesse o meu amigo
 
  Agora me foy mha madre melhor
  ca me nunca foy, des quando naçi;
  Nostro Senor lho gradesca por mí;
  e ora è mha madre e mha senor,
  ca me mandou que falasse migo
  quant’el quisesse o meu amigo.
II II
​ 
  Senp(r)e lheu madre senho(r) chamarey
  epuynharey delhe faz(er) p(ra)zeri por q(ua)nta me
  no(n) q(ui)s leyxar morre(r) emorrera mais ia
  no(n) morrerey ca me mandou q(ue) falasse migo
 
  
  Senpre lh’eu madr’e senhor chamarey  
  e puynharey de lhe fazer prazeri*
  por quanta me non quis leyxar morrer,
  e morrera, mais ia non morrerey,
  ca me mandou que falasse migo
  ..................................................

  
  *Verso ipermetro: b10'; inoltre non viene rispettato lo schema rimico.